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Em uma escalada sem precedentes no conflito do Oriente Médio, fontes oficiais de Israel afirmaram ter encontrado o corpo do líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, após uma onda de ataques aéreos conjuntos com os Estados Unidos contra alvos em Teerã. A informação, divulgada primeiramente pela agência Reuters, cita um alto oficial israelense que confirmou a morte sob condição de anonimato.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursou na noite de sábado (28) afirmando que "há muitos sinais de que este tirano não existe mais". Em sua fala, transmitida em cadeia nacional, Netanyahu detalhou a operação: "Esta manhã destruímos o complexo do tirano Khamenei. Eliminamos altos funcionários do regime dos aiatolás, comandantes da Guarda Revolucionária e figuras importantes do programa nuclear – e continuaremos".
De acordo com o relatório israelense, a operação conjunta com os EUA visou não apenas a estrutura de comando iraniana, mas também teve como objetivo enviar uma mensagem direta à população. Netanyahu conclamou os cidadãos iranianos a "terminar o trabalho" e derrubar o governo teocrático.
O ataque, descrito por autoridades como o mais ambicioso contra o Irã em décadas, teve como alvo principal o complexo residencial de Khamenei em Teerã. Imagens de satélite mostram a destruição quase total do local, conhecido como "Beyt". Ainda não há informações oficiais sobre se o líder iraniano estava no local no momento do ataque, mas um oficial israelense garantiu à Reuters que o corpo do aiatolá foi retirado dos escombros e já foi identificado.
A morte de Khamenei, se confirmada, representa uma virada histórica para a República Islâmica. No poder desde 1989, ele era a figura central do país com controle absoluto sobre as forças armadas, a política nuclear e as relações com grupos aliados na região. Ainda segundo fontes israelenses, diversos outros membros do alto escalão também foram mortos:
O governo dos Estados Unidos, até o momento, não se pronunciou oficialmente sobre a confirmação da morte, embora a rede Fox News, citando fontes do governo, tenha reportado que Donald Trump e Netanyahu teriam recebido e analisado imagens do corpo do líder supremo. A Casa Branca limitou-se a dizer que a operação visava "acabar com a ameaça de longo prazo representada pelo Irã".
Em retaliação imediata, o Irã lançou uma série de mísseis contra Israel e contra bases americanas espalhadas pelo Oriente Médio. A resposta iraniana atingiu alvos em pelo menos sete países, incluindo:
Apesar das evidências apresentadas por Israel e da repercussão global, o governo iraniano mantém um silêncio oficial e emite notas de desinformação. A agência de notícias estatal iraniana (IRNA) classificou os relatos como "guerra psicológica do inimigo". O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, chegou a afirmar à NBC News que "quase todos os altos funcionários estão seguros e saudáveis" e que o líder supremo estava "vivo", embora não tenha apresentado provas ou imagens recentes de Khamenei.
No entanto, fontes da Reuters indicam que a televisão estatal iraniana havia anunciado que Khamenei faria um discurso à nação, o que nunca ocorreu. Enquanto isso, testemunhas em Teerã relataram cenas de euforia e aplausos em algumas janelas, contrastando com a atmosfera de segurança máxima e o fechamento do Estreito de Ormuz, rota vital para o petróleo mundial.
O Crescente Vermelho iraniano divulgou um balanço parcial dos ataques, contabilizando ao menos 201 mortos e 747 feridos em 24 províncias do país. A comunidade internacional agora aguarda um posicionamento oficial do Irã e monitora os desdobramentos de uma crise que pode mergulhar a região em um conflito generalizado.
Com informações de: Reuters, Agência Brasil, G1, Brisbane Times, Vijesti.me, LIGA.net, HESPRESS, Chosun, Blick, blue News ■