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As colunas do jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo vêm sistematicamente construindo uma narrativa polÃtica que combina supostos escândalos envolvendo o governo federal com a defesa implÃcita do governo paulista. Através de seleção estratégica de informações, omissões contextuais crÃticas e enquadramento tendencioso, o colunista armou um palco midiático que antecipa os principais eixos do debate eleitoral de 2026.
Padrões narrativos nas colunas de Lauro Jardim:
O caso emblemático dos combustÃveis: Em sua cobertura sobre a distribuidora de combustÃvel investigada por ligação com o PCC, Jardim destaca os contratos com a Presidência da República e ministérios federais, mas omite completamente que a mesma empresa mantém contrato de R$ 148 milhões com a PolÃcia Militar do Rio de Janeiro. Mais grave ainda é a ausência de informações sobre o perÃodo de vigência desses contratos, impedindo o leitor de determinar se foram firmados na gestão atual ou em governos anteriores.
A narrativa das operações vazadas: Em outro movimento caracterÃstico, o colunista amplifica a investigação sobre suposto vazamento em operação contra fraudes no INSS, insinuando falhas da gestão federal, enquanto trata como legÃtima a defesa do governo de São Paulo sobre suposta omissão em queimadas. Neste último caso, Jardim apresenta como razoável o argumento de que houve "modernização administrativa" ao invés de desmonte ambiental.
A estratégia eleitoral subjacente: A análise integrada das colunas revela um padrão claro de construção narrativa:
Omissões que falam mais que as palavras: Em nenhum momento o colunista menciona que a megaoperação que expôs a infiltração do PCC no setor de combustÃveis é fruto de ação conjunta entre polÃcias federais e estaduais, nem destaca que as investigações nasceram na Receita Federal, órgão do governo federal. Da mesma forma, trata como natural a coincidência temporal entre as operações e o ciclo eleitoral.
Conclusão: A análise das colunas de Lauro Jardim revela um jornalismo que abandonou a pretensão de neutralidade para se tornar ator polÃtico ativo na construção de uma narrativa eleitoral prévia. Através de técnicas de amplificação seletiva, omissão contextual e enquadramento assimétrico, o colunista vem sistematicamente armando "a cama" para as eleições de 2026, criminalizando o governo federal enquanto poupa sistematicamente o governo paulista.
Com informações de: oglobo.globo.com, www.facebook.com/jornaloglobo. ■