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Conglomerado de imprensa brasileiro silencia sobre ataque de Israel ao Madleene
Navio humanitário com a "Flotilha" foi atacado, invadido e sequestrado pelo Exército Israelense no Mar Mediterrâneo
Internet
Foto: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSL_eyTg5FkvIJaaKhzudWejZ41W_wqcETMnQ&s
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■   Bernardo Cahue, 09/06/2025
A partir da madrugada desta segunda-feira (9), o primeiro alerta do Madleene soou no Mar Mediterrâneo, dando conta da presença de drones ao redor da embarcação. Segundo os tripulantes da Flotilha, os veículos não-tripulados soltavam um líquido branco, e a luminosidade era intensa com o intuito de desorientar a tripulação. Em pouco tempo, militares do Exército Israelense entraram no Madleene e tomaram o leme. Os 12 tripulantes, entre eles o brasileiro Thiago Ávila, o ator irlandês Liam Cunningham, a jovem ativista Greta Thunberg e a deputada franco-palestina Rima Hassan, foram feitos reféns pelos soldados armados.

As primeiras informações foram retiradas do site russo Izvestia, em seguida outros veículos de informação foram confirmado a notícia. Na América Latina, a teleSUR foi a primeira a noticiar o sequestro do Madleene, em seguida o Brasil de Fato. Nenhum dos veículos que formam o chamado conglomerado de imprensa brasileiro noticiou o acontecimento, que impede uma ajuda humanitária a cerca de duas milhões de pessoas que estão morrendo pela fome deixada pelo holocausto da guerra causada pela ocupação israelense na Faixa de Gaza. E o acórdão parece internacional: a ABC e a BBC noticiaram apenas 12 horas depois do desligamento do transponder do navio e do corte das comunicações, anunciado que "Israel desvio o navio humanitário das celebridades".

De um lado, entende-se os gostos pessoais dos efetivos donos e controladores desses meios de comunicação - Globo e SBT são controladas por famílias tradicionalmente judias; o dono da Record é um fervoroso religioso defensor às cegas da terra prometida de Israel; a Folha de São Paulo, desde a Ditadura Militar, se aliou às cegas com a extrema-direita que compõe a Internacional Fascista e prega ideais neonazistas. E, não diferente, todos eles defendem a ideia de que a ocupação israelense COLONIZAÇÃO SIONISTA em terra santa PALESTINA se deve como dívida histórica do holocausto nazista alemão da 2GM, esquecendo-se OCULTANDO a informação de que o projeto de Estado Sionista data de 1912 na Grã-Bretanha, sendo o holocausto nazista somente uma razão apresentada DESCULPA ESFARRAPADA para o holocausto contra palestinos MUÇULMANOS.

Com informação de G1, SBT, Folha, Globo, Estadão MÍDIAS ALTERNATIVAS E INTERNACIONAIS: Brasil de Fato, Izvestia, Shinhua, Yomiuri, teleSUR.■

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