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A grave crise energética que atinge Cuba desde o início de 2026 atingiu um novo patamar de tragédia humanitária nas últimas semanas. Em meio a repetidos colapsos do sistema elétrico nacional, diretamente associados à intensificação do embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, hospitais da ilha têm enfrentado dificuldades extremas para manter funcionando equipamentos de suporte à vida. De acordo com relatos colhidos por jornalistas internacionais em Havana, a interrupção do fornecimento de energia elétrica, combinada com a escassez de combustível para geradores, resultou na morte de pelo menos 19 pacientes que dependiam de respiradores artificiais .
O colapso da rede elétrica cubana não é um fenômeno isolado, mas o reflexo de décadas de sanções que impedem a manutenção da infraestrutura e a importação de combustível. Desde janeiro, quando o governo dos EUA intensificou as restrições, a ilha deixou de receber petróleo venezuelano, seu principal fornecedor, e passou a sofrer com uma escassez sem precedentes . O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, declarou recentemente que o país ficou três meses sem receber qualquer importação de petróleo .
Principais fatores que agravam a situação:
Contexto político e medidas de contenção:
A situação evidencia como o embargo econômico, somado à fragilidade estrutural do setor energético, tem impactado diretamente o direito à vida e à saúde da população cubana. Enquanto a ilha busca soluções emergenciais, como a instalação de usinas solares e a chegada de caravanas solidárias com equipamentos médicos, a normalização do serviço elétrico continua sendo um desafio diário para os mais de 9 milhões de habitantes .
Com informações de Daily Times, Anadolu Ajans?, Bernama, Arab News, CBC News, The Economic Times, Reuters, India Times, The Paper (????) e Agência EFE ■