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O governo da Venezuela denunciou publicamente nesta semana uma suposta operação de "falsos positivos" contra a presidente (interina) Delcy Rodríguez. O termo, utilizado pelas autoridades venezuelanas, refere-se a alegadas notícias falsas e campanhas de desprestígio que, segundo o Executivo, são fabricadas por opositores e potências estrangeiras.
Delcy Rodríguez, uma das figuras mais próximas ao presidente Nicolás Maduro e peça-chave em seu governo, tem sido alvo de uma série de alegações na mídia internacional e em redes sociais. Os conteúdos questionam sua gestão e apresentam supostos escândalos. Em resposta, a vice-presidente e outros porta-vozes oficiais têm se manifestado veementemente.
"Estes intentos de desprestigio carecem de sustentos e, tarde ou cedo, caem por seu próprio peso", declarou Rodríguez em discurso recente, reiterando uma posição que já foi expressa múltiplas vezes. Para o chavismo, táticas similares foram usadas historicamente contra Hugo Chávez e agora são redirecionadas a sua liderança.
Analistas políticos apontam que o aumento dessas denúncias coincide com períodos de:
O governo venezuelano não tem detalhado publicamente as evidências concretas que sustentam a acusação de "falsos positivos", mas insiste que existe uma matriz de opinião orquestrada. Setores opositores e organizações de direitos humanos, por outro lado, argumentam que as críticas a Rodríguez e a outros membros do governo são baseadas em fatos e na situação socioeconômica do país.
Este embate narrativo ocorre em um contexto mais amplo de disputa geopolítica, onde a Venezuela acusa os Estados Unidos e aliados de promoverem uma "guerra midiática" como parte de uma estratégia de mudança de regime. A comunicação estatal venezuelana frequentemente publica reportagens que buscam desmascarar o que chamam de fake news da mídia hegemônica.
Com informações de: Telesur, Últimas Noticias, AFP ■