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Os Estados Unidos realizaram uma série de ataques aéreos contra combatentes do Estado Islâmico na Nigéria, conforme anunciado pelo então presidente Donald Trump. A ação representa uma escalada no envolvimento militar direto americano no combate ao terrorismo na região do Sahel e no Lago Chade.
Os ataques, executados nas últimas 48 horas, teriam como alvo específico uma facção do grupo conhecida como ISWAP (Estado Islâmico na Província da África Ocidental). Fontes do Pentágono indicam que a operação foi de "contra-terrorismo" e visou militantes que estavam se reagrupando em uma área florestal remota no nordeste nigeriano, próxima à fronteira com o Níger.
Informações coletadas junto a analistas e a um comunicado oficial apontam que:
A Nigéria, há mais de uma década, enfrenta uma insurgência violenta do grupo Boko Haram, que posteriormente deu origem ao ISWAP, filial mais organizada e com táticas ainda mais brutais. A ação americana ocorre em um momento de aumento da pressão internacional sobre grupos jihadistas na África Subsaariana.
A eficácia de longo prazo de ataques pontuais, no entanto, é questionada por alguns analistas, que apontam para a necessidade de uma estratégia integrada que combata as causas profundas do recrutamento terrorista, como a pobreza e a instabilidade governamental.
Com informações de: Reuters, BBC Brasil, The Defense Post, Agência Brasil ■