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O chamado Plano T (de TarcÃsio), articulado por setores da imprensa e empresários alinhados ao bolsonarismo, sofreu revés histórico após a transformação do tarifaço anunciado por Donald Trump em mera tarifinha. Com a publicação de 694 produtos isentos e o plano norte-americano de isenção para café – item estratégico na pauta exportadora –, o impacto real das tarifas recaiu para apenas 20% do valor originalmente ameaçado.
Enquanto todos os paÃses afetados, incluindo Israel, tiveram as tarifas implementadas em primeiro de agosto, o Brasil obteve adiamento exclusivo até sete de agosto. A exceção reforça o sucesso da diplomacia brasileira coordenada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo conselheiro Celso Amorim, que evitaram o contato direto de Lula com Trump após evidências de que lÃderes que recorreram ao presidente americano sofreram retrocessos – com exceção da mexicana Claudia Sheinbaum.
O fracasso do Plano T torna-se evidente em três dimensões principais:
O desmoronamento estratégico acelerou movimentos antes impensáveis:
O monitoramento do PL sobre as redes sociais, que esperava culpar Lula pelos efeitos econômicos, mostrou-se inútil diante da eficácia governamental em reduzir concretamente o impacto das tarifas. A frustração bolsonarista foi explicitada por aliados que admitiram reservadamente o desgaste polÃtico.
Com informações de: BBC, CNN Brasil, G1, Folha de S.Paulo.
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