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Advogados de Ghislaine Maxwell, condenada por crimes sexuais e por aliciar menores para o falecido financiador Jeffrey Epstein, informaram formalmente a uma comissão da Câmara dos Representantes dos EUA que ela se recusará a depor, a menos que receba um indulto presidencial. O pedido, direcionado ao então presidente Donald Trump, foi visto como uma manobra para evitar novas revelações públicas e consequências legais.
Maxwell foi condenada em dezembro de 2021 por crimes que incluem:
O contexto do caso mostra uma teia complexa de poder e abuso:
A recusa em depor ocorre em meio a pressões de comitês do Congresso, como o Comitê de Supervisão da Câmara, que investigam a possibilidade de conluio ou falhas por parte de figuras poderosas e agências governamentais no caso Epstein. Especialistas legais apontam que a exigência de um indulto como moeda de troca é uma tática rara e agressiva, destinada a evitar que seu depoimento no Congresso seja usado contra ela em eventuais recursos ou novos processos judiciais.
A resposta dos parlamentares foi de forte rejeição. Membros democratas e republicanos do comitê qualificaram a exigência como "um insulto às vítimas" e uma tentativa de obstruir a justiça. A manobra também reacendeu debates sobre a relação entre Trump e Epstein, que foram socialmente próximos em um período, embora o ex-presidente nunca tenha sido acusado formalmente em relação aos crimes.
Com informações de: BBC Brasil, CNN Brasil, G1, UOL ■