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Em um marco diplomático que pode pôr fim a dois anos de um conflito devastador, Israel e o Hamas aceitaram a primeira fase de um plano de paz mediado pelos Estados Unidos. O anúncio foi feito pelo presidente americano, Donald Trump, na quarta-feira (8), e ratificado pelo gabinete de segurança israeliano na quinta-feira (9).
O acordo, celebrado com cautela tanto em Gaza quanto em Israel, estabelece um caminho para um cessar-fogo permanente e a libertação de todos os reféns ainda mantidos na Faixa de Gaza.
Segundo o plano, as hostilidades devem cessar em até 24 horas após a aprovação formal israelense, que já ocorreu. Nas 72 horas seguintes, o Hamas se comprometeu a libertar todos os reféns sob sua custódia.
O acordo, que representa a primeira fase de um plano de 20 pontos apresentado por Trump, contém os seguintes termos centes, aceitos por ambas as partes:
Embora a primeira fase do acordo seja um avanço sem precedentes, questões críticas para uma paz duradoura permanecem em aberto e serão objeto das próximas fases de negociação.
A notícia do acordo foi recebida com alívio e esperança nas comunidades afetadas. Em Tel Aviv, familiares dos reféns choraram de alegria na Praça dos Reféns. Em Khan Younis, Gaza, as celebrações foram moderadas, refletindo a dor de duas anos de guerra e a destruição massiva.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou o avanço, pedindo que todas as partes cumpram integralmente os termos do acordo e declarou que a organização está pronta para ampliar a ajuda humanitária. Líderes mundiais, como o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, classificaram o momento como um "profundo alívio".
Com informações de AP News, G1, Euro Weekly News, O Globo, BBC, Global Diaspora News e CNN Brasil. ■