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Os Estados Unidos lançaram um ataque de grandes proporções contra instalações militares iranianas na costa do Estreito de Ormuz, utilizando pela primeira vez em combate a bomba GBU-72, uma penetradora de 5.000 libras (cerca de 2.200 kg) projetada para destruir alvos fortificados e subterrâneos. A ação, confirmada pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM) nesta semana, teve como alvo principal "sites de mísseis antinavio que representavam risco à navegação internacional" na região.
A ofensiva ocorre em meio à tentativa dos EUA de reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial, e que teve o tráfego severamente afetado após o Irã declarar que não permitiria a passagem de navios ligados a Estados Unidos e seus aliados. O presidente Donald Trump afirmou que a Marinha americana começará "em breve" a escoltar tanques na região, intensificando a pressão militar.
No front diplomático, Washington enfrenta resistência de aliados para formar uma coalizão que garanta a segurança na via marítima. De acordo com a revista Axios, as reações dos parceiros variaram de "ceticismo a um sonoro 'não'". Alemanha, Itália e Japão já descartaram o envio de navios, e a França sinalizou negativa, apesar de não ter fechado a porta completamente.
O governo Trump também ofereceu recompensa de US$ 10 milhões por informações sobre o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, aprofundando o conflito que já se estende a outros países, como Líbano e Iêmen, com os houthis lançando ataques em solidariedade ao Irã.
Com informações de TASS, UNITED24 Media, GBC Ghana Online, PTC News, The New Arab, Ukrinform, U.S. News & World Report, Asian Mail, Bangladesh Sangbad Sangstha (BSS), Hindustan Times ■