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Diante da escalada da retórica de guerra e das ameaças de ataques por parte dos Estados Unidos e de Israel, o governo do Irã convocou a população para ir às ruas em protestos contra a guerra e em apoio à República Islâmica. Desde o início do atual conflito, em 28 de fevereiro, as autoridades iranianas têm organizado comícios pró-regime para demonstrar unidade nacional e contrapor qualquer movimento de desestabilização interna.
Diferentemente das manifestações de janeiro, que pediam a queda do regime, os atos convocados recentemente pelo governo têm um caráter patriótico e de enfrentamento à pressão estrangeira. A convocação acontece em um momento de alto isolamento e com o país sob um rígido controle de segurança. As medidas tomadas pelas forças de segurança incluem:
As manifestações pró-governo ocorrem num contexto de medo crescente entre a população. Uma pesquisa de sentimento conduzida por veículos internacionais na capital mostra que cidadãos comuns estão apreensivos com a possibilidade de um conflito armado. As principais razões apontadas para o temor são:
Enquanto a Guarda Revolucionária aperta o cerco e promete retaliar qualquer ataque externo, mirando bases americanas e israelenses na região, o governo tenta equilibrar a retórica de guerra com a manutenção da ordem interna, usando as manifestações convocadas como uma vitrine de apoio popular.
Com informações de BBC, DW, L'Orient Today, Luxembourg Times, ETV Bharat ■