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Novos detalhes investigados pela Polícia Federal revelam que Eduardo Bolsonaro, irmão do ex-presidente e técnico em eletrônica, visitou Jair Bolsonaro no mesmo dia em que a tornozeleira eletrônica foi violada com um ferro de solda. Testemunhas relataram à PF que Eduardo chegou ao local carregando uma sacola com um objeto não identificado, que teria sido entregue durante a visita.
As investigações apontam uma cronologia preocupante dos eventos:
Eduardo Bolsonaro, diferente dos outros irmãos que seguiram carreira política, possui formação técnica em eletrônica e histórico de atuação na área. Especialistas consultados pela PF afirmam que conhecimentos técnicos seriam necessários para tentar violar o complexo sistema da tornozeleira eletrônica sem acionar alarmes imediatos .
A defesa de Bolsonaro alega que a visita era "rotineira e familiar", mas não soube explicar satisfatoriamente o conteúdo da sacola nem o motivo de Eduardo ter levado equipamentos para a residência.
Outro elemento que chamou a atenção dos investigadores foi o comportamento do deputado Nikolas Ferreira durante a visita. De acordo com fontes da investigação, Ferreira atendeu seu celular em momento crucial do encontro, mantendo uma conversa que foi registrada por sistemas de monitoramento.
A PF investiga se a ligação tinha relação com preparações para uma possível fuga, uma vez que o aeródromo da família Piquet, localizado nas proximidades, estava com sua operação incomum naquele dia.
Essas novas informações reforçaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes em decretar a prisão preventiva de Bolsonaro. Os elementos considerados foram:
Com informações de: Metrópoles, UOL, G1, Folha de S.Paulo, O Globo, CNN Brasil, Veja ■