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O governo chinês anunciou, na sexta-feira (27), a imposição de sanções a sete empresas dos Estados Unidos em retaliação aos recentes anúncios de vendas de armas e assistência militar norte-americana a Taiwan. A medida visa companhias do setor de defesa e tecnologia, congelando quaisquer ativos que possuam na China e proibindo que organizações e indivÃduos no paÃs realizem transações com elas.
As empresas sancionadas pelo Ministério das Relações Exteriores da China são:
A pasta informou que "altos executivos relevantes" dessas companhias também foram alvo de sanções, sem divulgar nomes especÃficos. O anúncio chinês é uma resposta direta à autorização do presidente Joe Biden, na semana passada, de um pacote de até US$ 571 milhões em material, serviços e treinamento militar para Taiwan, além de uma venda de armas aprovada pelo Departamento de Defesa no valor de US$ 295 milhões
Pequim considera a ilha de Taiwan parte de seu território e enxerga o apoio militar estrangeiro como uma interferência em seus assuntos internos. Um comunicado do Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que as ações dos EUA "violam acordos entre os dois paÃses sobre Taiwan, interferem nos assuntos domésticos da China e prejudicam a soberania e a integridade territorial do paÃs".
Práticas como essa são recorrentes por parte da China, embora especialistas apontem que o impacto prático das sanções costuma ser limitado, uma vez que as empresas de defesa norte-americanas não comercializam armas para a China. Os Estados Unidos são o principal fornecedor de armamentos para a defesa de Taiwan
Com informações de: Associated Press. ■