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O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, acusou publicamente Israel de cometer "terrorismo de Estado" após um ataque aéreo israelense contra lÃderes do Hamas em Doha na terça-feira (10/09/2025). O incidente, que resultou em múltiplas mortes, incluindo um guarda de segurança do Catar, foi classificado como uma violação grave da soberania e das normas internacionais.
Em conferência de imprensa e em entrevista à CNN, Al Thani denunciou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por ações que "arrastam a região para um ponto de não retorno" e minam quaisquer esperanças de um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns em Gaza.
Principais pontos da acusação:
Reações regionais e internacionais:
LÃderes árabes, incluindo os Emirados Ãrabes Unidos, Kuwait, Jordânia e Arábia Saudita, expressaram solidariedade ao Catar e condenaram o ataque israelense. Uma cúpula regional está prevista para os próximos dias em Doha para coordenar uma "resposta coletiva".
Impacto nas negociações de paz:
O Catar anunciou que está "reavaliando todo o seu papel" como mediador no conflito entre Israel e Hamas, acusando Netanyahu de "desperdiçar tempo" durante as negociações. O ataque ocorreu enquanto lÃderes do Hamas discutiam uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos Estados Unidos.
VÃtimas e consequências:
Entre os mortos estão cinco membros do Hamas, incluindo o filho e um auxiliar de Khalil al-Hayya, lÃder do grupo, e um guarda de segurança do Catar. Equipes de resgate continuam à procura de desaparecidos.
O governo israelense justificou o ataque como necessário para combater o terrorismo e ameaçou realizar operações similares em outros paÃses que abriguem lÃderes do Hamas.
O incidente elevou as tensões geopolÃticas na região, com aumentos imediatos nos preços do petróleo devido à preocupação com a estabilidade do Oriente Médio.
Com informações de: Press TV, CNN, The Guardian, Al Jazeera, RT, BBC, New York Post, Gulf News. ■