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O Banco do Brasil anunciou medidas judiciais contra grupos bolsonaristas que disseminam notÃcias falsas sobre a instituição, incluindo alegações infundadas sobre sanções internacionais e bloqueio de ativos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As publicações incentivam correntistas a retirar recursos do banco, caracterizando what especialistas consideram um ataque coordenado ao sistema financeiro nacional.
Segundo ofÃcio encaminhado à Advocacia-Geral da União (AGU), o banco identificou campanhas organizadas em redes sociais que distorcem o impacto da Lei Magnitsky norte-americana – aplicada ao ministro Alexandre de Moraes – para sugerir falsamente que o BB sofrerá sanções internacionais ou será desconectado do sistema Swift.
Entre os alvos das denúncias estão figuras proeminentes do bolsonarismo:
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou os ataques como parte de uma estratégia polÃtica coordenada: "Tem acontecido um ataque ao Banco do Brasil por parte do bolsonarismo. Há bolsonaristas em rede social defendendo saques de valores. Há projetos de lei no Congresso para perdoar dÃvidas do agronegócio no BB. Está aumentando a inadimplência por uma ação concertada".
A presidência do banco, comandada por Tarciana Medeiros, implementou um plano de contenção de danos que incluiu:
O banco destacou em nota que atua em conformidade com a legislação brasileira e internacional, possuindo mais de 80 anos de experiência no exterior e condições de lidar com regulamentações globais complexas.
Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, e Luiz Inácio Lula da Silva criticaram veementemente a campanha de desinformação. Hoffmann atribuiu a ação a "bolsonaristas" com o objetivo de desestabilizar instituições públicas, enquanto Lula enfatizou o compromisso com a defesa do sistema financeiro nacional e das instituições democráticas.
As consequências legais para os envolvidos podem ser severas. A Lei 7.492/1986, que trata de crimes contra o sistema financeiro nacional, prevê pena de dois a seis anos de reclusão e multa para quem divulgar informações falsas sobre instituições financeiras.
Com informações de Agência Brasil, G1, CartaCapital, Estadão, Bahia.ba, Folha de S.Paulo■