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O presidente da China Xi Jinping recebeu alertas de especialistas em segurança cibernética sobre riscos de cavalos de Troia em supercondutores da Nvidia, após reunião entre o CEO Jensen Huang e o presidente Donald Trump. O acordo permite a venda de chips de IA para empresas chinesas mediante pagamento de 15% das receitas ao governo americano.
As autoridades da China destacam que empresas e gestores são legalmente responsabilizados por ameaças à segurança nacional, com punições severas aplicadas imediatamente após investigações. Especialistas apontam que essa abordagem contrasta com:
Do lado estadunidense, empresas chinesas como Huawei, Xiaomi e Vivo enfrentam restrições operacionais, incluindo bloqueio do ecossistema Google. Como alternativa, adotaram o sistema HarmonyOS, que por padrão exclui serviços Google, reforçando o domÃnio tecnológico de Apple e Microsoft. Exceções ocorrem apenas com parcerias coreanas, como a Samsung.
O acordo de supercondutores gera preocupação técnica adicional:
Analistas apontam que tanto EUA quanto China são reféns tecnológicos da Holanda, onde a ASML (originada da Philips) produz 95% das máquinas de litografia avançada para impressão de semicondutores. Nenhum dos paÃses possui equivalente domÃnio nessa etapa crÃtica.
Como desdobramento geopolÃtico, EUA e China acordaram adiar por 90 dias a implementação de tarifas recÃprocas, sinalizando recuo tático de ambos os lados diante das tensões comerciais.
Com informações de: Kaspersky, Fortinet, Bloomberg, UOL, The New York Times, Alchemy, Wikipedia, PopLabSec, Lumiun, NBC News
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