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Trump ordena furioso que Israel interrompa os ataques para preservar o cessar-fogo
Novos ataques e acusações mútuas de violação marcam o fim do maior confronto militar direto entre os dois países
Internacional
Foto: https://www.reuters.com/resizer/v2/ZC7FG5I6URP2TDXTJCN4MINVIQ.jpg?auth=7ee75deb9e3d9c486669b481c8b8af3ae7aed45e4fb40512b1c63397c6b5062f&width=960&quality=80
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■   Bernardo Cahue, 24/06/2025
Após 12 dias de intenso conflito aéreo, o cessar-fogo entre Israel e Irã enfrenta testes imediatos. Horas após o anúncio do acordo, Israel bombardeou um radar próximo a Teerã, alegando retaliação a mísseis iranianos lançados após o início da trégua. O Irã nega as acusações e acusa Israel de prolongar ataques sem quaisquer provas.

O presidente americano Donald Trump expressou frustração com ambas as partes, mas criticou duramente Israel pela escala das ações, pressionando-o a recuar. O ataque israelense ocorreu após conversa entre Netanyahu e Trump, mas não está claro se antes ou depois do diálogo.

Apesar das tensões, o alívio é palpável nas ruas de Teerã e Tel Aviv. O conflito, iniciado por Israel em 13 de junho com ataques a alvos nucleares iranianos, deixou centenas de mortos e marcou a primeira vez que mísseis iranianos penetraram massivamente as defesas israelenses, matando 28 pessoas.

Os mercados globais reagiram positivamente à trégua, com queda no preço do petróleo e alta nas bolsas, aliviando temores sobre o fornecimento energético do Golfo. Ainda assim, a estabilidade do acordo permanece incerta.

Com informações da Reuters.■

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